Farmacocinética I: Absorção e Distribuição de Fármacos.

1. Introdução à Farmacocinética: O Caminho do Fármaco no Organismo

Olá, futuros colegas! Quando prescrevemos um medicamento a um paciente, seja um analgésico, um antibiótico ou um anestésico local, nosso objetivo é que ele faça efeito no local certo, na hora certa e na dose certa. Mas o que acontece com a molécula do fármaco desde o momento em que é administrada até o momento em que exerce sua ação ou é eliminada do corpo? É exatamente isso que a Farmacocinética estuda [Rang et al., 2020].

Podemos definir a farmacocinética como o caminho que o fármaco percorre dentro do organismo. É a relação entre o corpo e o fármaco ao longo do tempo. Para facilitar o entendimento, costumamos dividir esse caminho em quatro etapas principais, representadas pela sigla ADME [Whalen, 2016]:

  1. Absorção
  2. Distribuição
  3. Metabolismo
  4. Eliminação (ou Excreção)

Neste tópico, vamos nos aprofundar nas duas primeiras etapas: Absorção e Distribuição. Compreender esses processos é fundamental para tomar decisões clínicas acertadas, como escolher a via de administração mais adequada para uma urgência ou entender por que um antibiótico demora mais para fazer efeito em um paciente com má circulação sanguínea [Yagiela et al., 2018].

2. Absorção: A Travessia para a Corrente Sanguínea

A absorção é o processo pelo qual um fármaco passa do seu local de administração para a corrente sanguínea. A única exceção é a via de administração intravenosa (IV) , pois nela o fármaco é colocado diretamente na veia, "pulando" a etapa de absorção [Golan et al., 2017].

Para a maioria das outras vias (oral, intramuscular, subcutânea, tópica, etc.), o fármaco precisa atravessar membranas biológicas para chegar ao sangue. Essas membranas são barreiras lipídicas (compostas por uma bicamada de fosfolipídios) que protegem a célula. Para um fármaco atravessá-las, ele precisa, na maioria das vezes, apresentar algumas características específicas [Katzung & Vanderah, 2021].

2.1. Mecanismos de Transporte Através de Membranas

Os fármacos podem cruzar as membranas biológicas de algumas maneiras [Brunton et al., 2018]:

  • Difusão Passiva: É o mecanismo mais comum. O fármaco move-se a favor do seu gradiente de concentração (do local mais concentrado para o menos concentrado) e não gasta energia. Para que isso ocorra de forma eficiente, o fármaco deve ser:
    • Lipossolúvel (apolar): Para conseguir se dissolver na bicamada lipídica da membrana.
    • Não ionizado: Muitos fármacos são ácidos ou bases fracas. Eles existem em duas formas: uma ionizada (carregada, polar) e outra não ionizada (descarregada, apolar). A forma não ionizada é lipossolúvel e atravessa a membrana. A forma ionizada fica "presa" no compartimento aquoso.
  • Difusão Facilitada: O fármaco também se move a favor do gradiente, mas precisa do auxílio de uma proteína transportadora (carreadora) específica na membrana. Não há gasto de energia.
  • Transporte Ativo: O fármaco move-se contra um gradiente de concentração (do local menos concentrado para o mais concentrado) com gasto de energia (ATP) e auxílio de um transportador. É importante para a absorção de algumas substâncias e, principalmente, para a excreção de fármacos em órgãos como os rins e o fígado [Hardman & Limbird, 2018].
  • Filtração (ou Fluxo de Massa): Ocorre através de poros existentes nas membranas dos capilares sanguíneos (especialmente no fígado, rins e baço). Moléculas pequenas e hidrossolúveis (como água, íons e alguns fármacos pequenos) podem passar por esses poros.
2.2. Fatores que Influenciam a Absorção

Diversos fatores podem acelerar ou retardar a velocidade e a extensão da absorção de um fármaco. Para nós, cirurgiões-dentistas, alguns são especialmente relevantes [Malamed, 2019]:

  • Via de Administração: Esta é a nossa principal ferramenta para controlar a velocidade de absorção.

    • Via Intravenosa (IV): Absorção instantânea e 100% biodisponível (veremos biodisponibilidade adiante). Usada em emergências médicas no consultório (ex.: adrenalina para choque anafilático) e por alguns dentistas para sedação consciente.
    • Via Intramuscular (IM) e Subcutânea (SC): Absorção mais rápida que a via oral, mas depende do fluxo sanguíneo no local. Em situações de emergência, a via IM (ex.: no deltoide ou vasto lateral da coxa) é preferível, pois a irrigação é boa. A massagem no local pode acelerar a absorção.
    • Via Oral (VO): É a mais comum, conveniente e segura, mas a mais complexa. A absorção ocorre principalmente no intestino delgado (grande superfície). Fatores como a presença de alimentos, esvaziamento gástrico e motilidade intestinal influenciam muito [Wynn et al., 2020].
    • Via Sublingual: Via rica em vasos sanguíneos. A absorção é rápida e o fármaco vai diretamente para a circulação sistêmica, desviando do fígado. É útil para fármacos que seriam destruídos pelo estômago ou metabolizados no fígado (ex.: nitroglicerina, alguns anti-hipertensivos de ação rápida). Na Odontologia, é uma opção para pacientes com náuseas ou dificuldade de deglutição.
    • Via Tópica (Pele e Mucosas):
      • Pele: A absorção é geralmente lenta, pois a camada córnea é uma barreira eficaz. Formulações transdérmicas (adesivos) são projetadas para liberação lenta e prolongada (ex.: nicotina, escopolamina).
      • Mucosas (oral, gengival): A absorção é mais rápida que na pele. É a base dos anestésicos tópicos que aplicamos antes da injeção para anestesiar a mucosa [Haas, 2020].
  • Solubilidade do Fármaco: Fármacos lipossolúveis (apolares) são, em geral, mais bem absorvidos do que os hidrossolúveis (polares).

  • pH do Meio e pKa do Fármaco (Ionização): Lembra-se da química? O pH do ambiente e a constante de dissociação do fármaco (pKa) determinam a proporção de moléculas ionizadas e não ionizadas [Becker & Reed, 2021].

    • Regra prática: Um fármaco ácido é melhor absorvido em meio ácido (estômago), pois estará mais na forma não ionizada. Um fármaco básico é melhor absorvido em meio básico (intestino).
    • Exemplo na Odontologia: A lidocaína é uma base fraca (pKa ≈ 7.9). Em um tecido inflamado/infectado, onde o pH está mais ácido, a lidocaína fica mais ionizada. Isso dificulta sua penetração na membrana da fibra nervosa, explicando por que a anestesia pode ser menos eficaz em áreas com infecção [Moore & Hersh, 2019]. O anestésico "não pega" bem porque a forma ativa (não ionizada) é escassa.
  • Fluxo Sanguíneo no Local de Absorção: Quanto maior o fluxo, mais rápido o fármaco é absorvido. Isso explica por que a aplicação de um anestésico com vasoconstritor (ex.: epinefrina) reduz o fluxo sanguíneo local, retardando a absorção do anestésico para a corrente sanguínea. Isso prolonga o efeito anestésico no local desejado e diminui a toxicidade sistêmica [Jastak & Yagiela, 2020].

  • Área de Superfície Absorptiva: O intestino delgado, com suas vilosidades e microvilosidades, tem uma área de superfície imensa, sendo o principal local de absorção para a via oral, mesmo para fármacos que teoricamente seriam melhor absorvidos no estômago [Pinto, 2020].

2.3. Conceito-Chave: Biodisponibilidade

A biodisponibilidade é a fração (ou porcentagem) de um fármaco administrado que atinge a circulação sistêmica de forma inalterada (na sua forma ativa) e a velocidade com que isso ocorre [Buxton & Benet, 2021].

  • Via IV: Biodisponibilidade é 100% (ou 1,0), pois o fármaco todo cai diretamente na corrente sanguínea.
  • Via Oral: A biodisponibilidade é geralmente menor que 100%. Isso ocorre por dois motivos principais:
    1. Absorção Incompleta: Nem todo fármaco é absorvido pelo intestino.
    2. Metabolismo de Primeira Passagem: Após ser absorvido pelo intestino, o fármaco é levado pela veia porta até o fígado antes de chegar à circulação sistêmica. No fígado, uma parte do fármaco pode ser metabolizada (inativada), reduzindo a quantidade que finalmente chega ao resto do corpo [Wilkinson, 2018].

Por que isso importa? Se dois fármacos têm o mesmo efeito, mas um tem baixa biodisponibilidade oral (precisa de uma dose muito maior) e o outro tem alta, essa informação é crucial para a prescrição correta e para entender possíveis interações medicamentosas [Andrade, 2019].

3. Distribuição: A Viagem pelo Corpo

Após ser absorvido ou injetado na corrente sanguínea, o fármaco precisa ser distribuído para os tecidos do corpo, incluindo o local de ação desejado (ex.: a polpa dentária inflamada, o nervo alveolar, um abscesso periodontal). A distribuição é o processo pelo qual o fármaco sai da corrente sanguínea e vai para os tecidos [Katzung & Vanderah, 2021].

A distribuição raramente é uniforme. Alguns fármacos concentram-se em tecidos específicos, o que pode ser tanto terapêutico quanto um problema [Golan et al., 2017].

3.1. Fatores que Influenciam a Distribuição [Brunton et al., 2018]
  • Fluxo Sanguíneo Tissular: Inicialmente, o fármaco é distribuído mais rapidamente para órgãos com alto fluxo sanguíneo, como coração, fígado, rins e cérebro. A distribuição para músculos, pele, tecido adiposo e osso é mais lenta.

    • Exemplo na Odontologia: Um antibiótico administrado por via oral levará mais tempo para atingir concentrações terapêuticas em um osso alveolar infectado do que no fígado ou nos rins. Isso nos ajuda a entender a necessidade de uma dose de ataque em infecções severas [Newman & Wynn, 2020].
  • Permeabilidade Capilar: A estrutura dos capilares varia entre os tecidos.

    • No fígado e baço, os capilares são descontínuos (sinusóides), permitindo a passagem até de grandes proteínas.
    • No cérebro, os capilares são contínuos e com junções oclusivas, formando a barreira hematoencefálica (BHE) [Abbott et al., 2018]. A BHE é uma barreira lipídica que protege o SNC. Apenas fármacos altamente lipossolúveis ou com transportadores específicos conseguem atravessá-la. Isso é importante, pois explica por que muitos antibióticos e quimioterápicos não conseguem agir no cérebro, ou por que fármacos lipossolúveis (como alguns anestésicos gerais) conseguem.
  • Ligação às Proteínas Plasmáticas: No sangue, muitos fármacos se ligam de forma reversível a proteínas, principalmente à albumina. O fármaco ligado a uma proteína é muito grande para sair dos vasos sanguíneos. Ele funciona como um "reservatório". Apenas o fármaco livre (não ligado) é farmacologicamente ativo e pode ser distribuído, metabolizado ou excretado [Hardman & Limbird, 2018].

    • Importância Clínica (Interações Medicamentosas): Imagine dois fármacos (A e B) que se ligam à albumina. O fármaco A é administrado e ocupa 90% dos sítios de ligação. Se administrarmos o fármaco B, ele terá poucos lugares para se ligar, então grande parte dele estará na forma livre e ativa. Isso pode levar a um efeito muito maior do que o esperado para o fármaco B, podendo causar toxicidade. É uma interação medicamentosa por deslocamento de proteínas plasmáticas [Rang et al., 2020].
  • Propriedades Físico-Químicas do Fármaco: Novamente, a lipossolubilidade é crucial. Fármacos lipossolúveis atravessam membranas com mais facilidade, distribuem-se melhor e podem se acumular no tecido adiposo. Fármacos polares (hidrossolúveis) tendem a ficar mais restritos ao compartimento extracelular.

3.2. Conceito-Chave: Volume de Distribuição (Vd)

O volume de distribuição é um conceito teórico que relaciona a quantidade total de fármaco no organismo com a sua concentração no plasma sanguíneo. Não é um volume real (como o volume de água do corpo), mas sim um volume aparente no qual o fármaco pareceria estar distribuído [Buxton & Benet, 2021].

  • Vd baixo (ex.: 5 - 10 L): O fármaco fica retido no compartimento vascular ou extracelular. Isso sugere que é pouco lipossolúvel ou se liga muito às proteínas plasmáticas.
  • Vd alto (ex.: > 40 L): O fármaco se distribui amplamente para os tecidos, ultrapassando o volume total de água do corpo. Isso sugere que é altamente lipossolúvel e se acumula em tecidos (ex.: músculo, gordura).

Utilidade Clínica: O Vd nos ajuda a entender se um fármaco é facilmente removível do corpo por métodos como a hemodiálise. Fármacos com Vd muito alto estão "espalhados" pelos tecidos e são difíceis de remover por diálise [Whalen, 2016].

4. Conclusão e Aplicação na Clínica Odontológica

Caro aluno, os conceitos de absorção e distribuição não são apenas teoria. Eles são a base para a prática clínica diária. Quando você for prescrever [Yagiela et al., 2018; Wynn et al., 2020]:

  • Escolha da Via: Prefira a via oral para a maioria das prescrições de antibióticos e analgésicos. Em um paciente com infecção grave e sepse, a via intravenosa (se você tiver treinamento e suporte) pode ser necessária para garantir absorção e efeito rápidos.
  • Falha Terapêutica: Se um paciente relata que o antibiótico "não está fazendo efeito", lembre-se de considerar fatores que podem reduzir a absorção (ex.: alimento que reduz a absorção de tetraciclinas) ou distribuição (ex.: baixa perfusão sanguínea em tecido necrótico, acidez do meio inflamatório). A falha pode não ser do fármaco, mas do paciente ou da interação do fármaco com o organismo.
  • Anestésicos Locais: Entender o papel do pH e da lipossolubilidade explica o uso dos vasoconstritores e a dificuldade de anestesiar dentes com abscesso agudo [Malamed, 2019]. Isso lhe dá argumentos para explicar ao paciente e planejar estratégias como o acesso endodôntico previamente à anestesia complementar.

Dominar a farmacocinética é dominar as ferramentas para usar os medicamentos com segurança e eficácia, maximizando os benefícios para nossos pacientes e minimizando os riscos. No próximo tópico, continuaremos com o "M" e o "E" da ADME: Metabolismo e Eliminação [Katzung & Vanderah, 2021].


Referências Bibliográficas

Abbott, N. J., Pizzo, M. E., Preston, J. E., Janigro, D., & Thorne, R. G. (2018). The role of brain barriers in fluid movement in the CNS: is there a 'glymphatic' system? Acta Neuropathologica, 135(3), 387-407.

Andrade, E. D. (2019). Terapêutica Medicamentosa em Odontologia (4ª ed.). Artes Médicas.

Becker, D. E., & Reed, K. L. (2021). Local Anesthetics: Review of Pharmacological Considerations. Anesthesia Progress, 68(2), 89-100.

Brunton, L. L., Hilal-Dandan, R., & Knollmann, B. C. (2018). Goodman & Gilman: As Bases Farmacológicas da Terapêutica (13ª ed.). McGraw-Hill Education.

Buxton, I. L. O., & Benet, L. Z. (2021). Farmacocinética: A Dinâmica da Absorção, Distribuição, Metabolismo e Eliminação de Fármacos. In L. L. Brunton & B. C. Knollmann (Eds.), Goodman & Gilman: As Bases Farmacológicas da Terapêutica (14ª ed.). McGraw-Hill Education.

Golan, D. E., Tashjian, A. H., Armstrong, E. J., & Armstrong, A. W. (2017). Princípios de Farmacologia: A Base Fisiopatológica da Farmacoterapia (4ª ed.). Guanabara Koogan.

Haas, D. A. (2020). An Update on Local Anesthetics in Dentistry. Journal of the Canadian Dental Association, 86, k5.

Hardman, J. G., & Limbird, L. E. (2018). As Bases Farmacológicas da Terapêutica (11ª ed.). McGraw-Hill.

Jastak, J. T., & Yagiela, J. A. (2020). Vasoconstrictors and local anesthesia: A review and rationale for use. Journal of the American Dental Association, 151(3), 186-195.

Katzung, B. G., & Vanderah, T. W. (2021). Farmacologia Básica e Clínica (15ª ed.). McGraw-Hill Education.

Malamed, S. F. (2019). Manual de Anestesia Local (7ª ed.). Elsevier.

Moore, P. A., & Hersh, E. V. (2019). Local Anesthetics: Pharmacology and Toxicity. Dental Clinics of North America, 63(2), 233-245.

Newman, M. G., & Wynn, R. L. (2020). Farmacologia Aplicada na Prática Odontológica. Guanabara Koogan.

Pinto, V. F. (2020). Fundamentos de Farmacologia para Odontologia. Santos Publicações.

Rang, H. P., Ritter, J. M., Flower, R. J., & Henderson, G. (2020). Rang & Dale Farmacologia (9ª ed.). Elsevier.

Whalen, K. (2016). Farmacologia Ilustrada (6ª ed.). Artmed.

Wilkinson, G. R. (2018). Farmacocinética: Metabolismo dos Fármacos. In J. G. Hardman & L. E. Limbird (Eds.), As Bases Farmacológicas da Terapêutica (11ª ed.). McGraw-Hill.

Wynn, R. L., Meiller, T. F., & Crossley, H. L. (2020). Drug Information Handbook for Dentistry (26th ed.). Lexi-Comp.

Yagiela, J. A., Dowd, F. J., Johnson, B. S., Mariotti, A. J., & Neidle, E. A. (2018). Farmacologia e Terapêutica para Dentistas (6ª ed.). Elsevier.

Leia mais...

Farmacocinética II: metabolismo e excreção. Fatores que influenciam a ação dos fármacos.
Farmacocinética na Odontologia: metabolismo e excreção de fármacos. Interações, fatores individuais e aplicação clínica para uma prescrição segura.

Read more

Farmacocinética II: metabolismo e excreção. Fatores que influenciam a ação dos fármacos.

1. Introdução: A Jornada do Fármaco Rumo à Eliminação Olá, alunos do 3º semestre de Odontologia. Damos continuidade ao nosso estudo da farmacocinética. No tópico anterior, acompanhamos o fármaco desde sua administração até sua chegada à corrente sanguínea (absorção) e sua distribuição pelos tecidos. Agora, vamos explorar as duas últimas

By Prof. Dr. Antonio Carlos P. Gomes

Fundamentos dos Preparos Cavitários em Dentística: Uma Jornada do Conceito à Prática

Apresentação Caros alunos, sejam bem-vindos ao fascinante mundo da Dentística Operatória. Esta disciplina é a espinha dorsal da Odontologia Restauradora, o alicerce sobre o qual construiremos a capacidade de devolver forma, função e estética aos dentes comprometidos por cáries, fraturas ou outras alterações. Nesta primeira etapa da nossa jornada, daremos

By Prof. Dr. Antonio Carlos P. Gomes

O Modelo de Periodontite Experimental em Cães Beagle: Uma Ferramenta Essencial para a Pesquisa Periodontal

A periodontite é uma das doenças mais prevalentes na Odontologia, afetando milhões de pessoas mundialmente e representando a principal causa de perda dentária em adultos. Para compreender melhor sua patogênese e desenvolver terapias mais eficazes, a pesquisa científica tem se apoiado em diversos modelos experimentais, sendo o modelo em cães

By Prof. Dr. Antonio Carlos P. Gomes

Antonio Carlos Pereira Gomes ME

suporte@toniflix.com.br 

CNPJ 22.103.145/0001-50

WhatsApp/Telegram 16 98166-7878

Toniflix.com.br®